domingo, 9 de janeiro de 2011

POEMA MARIA DA GRAÇA


MARIA DA GRAÇA

No dia dez de Abril no de S. Ezequiel
Nasceu uma mulher azougada
Porém fiel
Nasceu no centro de Lisboa
Viveu, morou
Perto da Madragoa
Viveu sempre na capital
Sempre em Lisboa
Donde partiram afinal
As caravelas que engrandeceram
O País que é Portugal
Maria da Graça tem por perto
Um dos maiores europeus centros comerciais
O Colombo que está em Lisboa e é por certo
Com grandes ruas e praças interiores
Onde passa a alfacinha fina flor
Onde esvoaçam as belas exibindo glamoures
À tardinha passeiam por ali
Podem observar-se amores
É ali que Maria da Graça se vai abastecer
Um pouco a andar a pé
Viver e trazer de tudo para a dispensa encher
Um transporte irá a casa
Levar o que lhe dará prazer
Cantará como a cigarra
Como a formiguinha armazena com que viver
Faz a sua vida social
Aprecia conviver
Bastante vida faz nesse centro monumental

Daniel Costa


1 comentário:

  1. Daniel! Passo, leio tuas postagem, homenagens, e lhe deixo um abraço!...

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