segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

POEMA NOITES DE LISBOA



NOITES DE LISBOA

Nasci para a vida do nada
Sem nada Lisboa me viu
Lutei dia, noite e madrugada
Lisboa em toda a hora é fascinante
Por ora tanta noitada?
Não redundará em que a idade
Traga velhice desgraçada?
É tão bela a noite na cidade!
Se for vivida espaçada
Não será para sempre vivida
Para sempre amada?
Vivemo-la umas vezes na chamada Doca
Levemos a namorada
Ali junto ao grandioso Tejo
Outro dia ao Bairro Alto
O amor a acompanhar é benfazejo
Trocar todos os dias pelas noites
Pode ser vício, desejo!...
Olhemos os anos sessenta
A economia não proporcionava
Essa loucura sedenta
Apenas nos fins-de-semana
Podia haver uma vida ternurenta
Teremos de repensar sem agoirar
As bonitas noites de Lisboa
Por nosso mal as teremos de amainar
Noites de Lisboa bendirão sempre a cidade
Onde mora o fado
Ambiente de beleza em toda a idade
Noites de Lisboa com a doca e fado antigo
Também mora no Bairro Alto
Em comunhão de amigo

Daniel Costa


3 comentários:

  1. Daniel,

    lindo demais!!! Fui lendo e formando imagens. Obrigada amigo.

    Carinhoso beijo e grata por sua amizade.

    Boas Festas para você, familiares e amigos. Muitas bênçãos!

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  2. Que cenário lindo para a amizade, para o amor... Enfim, tudo que nos puder inspirar.
    Vou conhecer a sua terra ano que vem. Estou muito animada!

    *Segundo me pareceu abandonaste o espaço onde ia lendo os teus poemas. Naquele que te foi dedicado a emenda do nome da cidade foi feita no blog. Há dias voltou a ser incluido em, POEMAS UM HOMEM SÓ, destinado a edição em 2011.*

    Ahhh, agora eu acho que entendi o que você quis dizer. Então, amigo, peço-te mil desculpas. Hoje eu não estou conseguindo me concentrar direito. Mas voltarei lá com o maior CARINHO DO MUNDO!
    Feliz Ano Novo!
    Glória

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  3. Daniel, por favor, vc poderia ser mais claro. Acho que estou fazendo a maior confusão.
    Bjos

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