sábado, 9 de outubro de 2010

POEMA OLHÃO


OLHÃO

Não sei que tenho em Olhão
Depois de Lisboa
A cidade de coração
Cidade lendária
Cidade da Restauração
Dali partiram pescadores
Para o Brasil,
Onde se refugiara a governação
Informada pôde regressar a Lisboa
Capital natural da Nação
Cidade maravilha
Olhão
Perto  Armona
A espectacular Ilha
A lendária tradição
Segundo a lenda, continuam ainda
As moiras em comunhão
A lenda sente-se
Na cidade de Olhão
Uma mulher morena
Personificou a tradição
Outra morena homenageia
Tem o nome de Maria João
Fazer um repasto
Junto ao Mercado de Olhão
Fazer ali um ritual da refeição
É gosto, não será ilusão
Vaguear pela larga
Avenida da República
Em comunhão
Observar as Açoteias
Nada se compara a Olhão

Daniel Costa

3 comentários:

  1. Amigo, o seu poema é uma delicia, com que orgulho fala de Olhão. Fiquei com vontade de conhecer.
    Tenha um sereno e feliz fim-de-semana.
    bjs do tamanho do inifito
    Maria

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  2. Daniel,

    eu amei este poema! Mais que bonito o poema tem valor histórico pela origem de Olhão e um histórico afetivo do poeta. Amei a foto, Daniel!


    Beijos, amigo.

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