sábado, 18 de setembro de 2010

POEMAS UM HOMEM SÓ


LUA DE MEL

De mesinhas redondinhas
Pequenininhas
Que frequentava eu
O Café Paraíso
Da Lisboa antiga
Que feneceu
O último da Capital
Penso eu
"Lua de Mel*
Outro do meu Céu
Ali alguns dias estudei
Amigos conheci
Com eles convivi
Ali algo da revista Franquia
Elaborei
Prosas e poesias
Fiz, faço, penso e pensei
Está em Benfica
Onde havia as grandes
Festas da Mata
Onde aos Domingos
Se juntava a Nata
Fica na privilegiada
Avenida Grão Vasco
Vai dar à célebre Mata
Cujo Patrono
É o nome do Pintor
Silva Porto
Que tem ali estátua
Como grande Senhor
Foi ali que mesmo hoje
O amigo Gabriel de Sousa
Levou e foi oferecedor
O seu livro de Contos
“Espelhos Imaginários”
Fê-lo como encantador autor
 
Daniel Costa

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