quarta-feira, 29 de setembro de 2010

POEMAS UM UM SÓ


DIRIVETE

Sempre adorei o mar
Dirivete também
Na infância nele ia pescar
Polvos navalheiras, até cabozes
De que a mãe cozinhava bons manjares
Degustavam-se como nozes
No Cabo Carvoeiro no tempo invernoso
O bater das ondas, o mar em fúria
Era um bonito espectáculo, um rugir alteroso
Na pesca sempre sonhei com uma sereia
Na prainha que para mim olhasse como rainha
Como Dirivete em Braço Norte se estende na areia
Em Braço Norte, Brasil, Santa Catarina
A educadora, a estimulante senhora
A usar o optimismo como se fosse menina
Face bonita, mente bela
Uma mulher, uma mãe interessante
Prática e singela
Que se recreia em Braço Norte
Sítio de mar e praia
Dirivete ali assenta a sua beleza, o seu porte
A sua mente nunca está triste
Na praia, há os raios solares
A esperança e a suavidade existem, ou existe?
E a bela Derivete ali se refugia
Com o livre pensamento nos seus
No seu sentimento humano de pedagogia

Daniel Costa

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